Rafael Sobis rebate polêmica e defende arbitragem
O empate em 1 a 1 entre Internacional e Vasco, no último domingo (27), no Beira-Rio, pela 17ª rodada do Brasileirão, terminou marcado por polêmica. O principal lance do jogo foi a expulsão do goleiro Léo Jardim, que recebeu o segundo cartão amarelo após tentar atrasar a reposição de bola já nos acréscimos. Quem entrou na discussão foi Rafael Sobis.
A decisão gerou reações imediatas nas redes sociais, dividindo torcedores, comentaristas e ex-jogadores. Um dos que se posicionaram foi Rafael Sobis, ex-atacante e ídolo do Inter, que defendeu a atitude do árbitro e apontou a cera como uma prática nociva ao jogo. Para o profissional, o próprio Rochet merecia punição pelo atraso da partida.
“Estamos tão acostumados com os árbitros não cumprindo a regra que quando o fazem todo mundo reclama. Expulsão correta por cera. Agora é torcer e cobrar para que todos árbitros cumpram a regra. O Rochet também merecia cartão amarelo no 1º tempo. Paz”, afirmou. Léo Jardim ficou caído no gramado por mais de dois minutos mesmo após já ter sido advertido anteriormente.
Sobis gera importante debate nos bastidores
O árbitro entendeu a atitude como conduta antidesportiva, aplicou o segundo cartão amarelo e, consequentemente, o vermelho. Com um a mais, o Inter chegou ao empate nos minutos finais com gol de Carbonero, em um jogo que caminhava para a vitória vascaína. A expulsão abriu novo debate sobre critérios da arbitragem no futebol brasileiro, contando como Sobis na discussão.
Enquanto parte da torcida do Vasco protestou contra a decisão, outros apontaram que a regra foi corretamente aplicada, como defendeu Sobis em sua publicação. De acordo com as normas da FIFA, retardar intencionalmente a reposição da bola é passível de advertência com cartão amarelo. A reincidência, como no caso de Léo Jardim, justifica a expulsão.